FÁBULA NEBULOSA: O PREÇO DA AMBIÇÃO

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FÁBULA NEBULOSA 27: O PREÇO DA AMBIÇÃO (*)

            Era sabido por todos os moradores da Vila Paraíso que o senhor Waldomiro tinha o apelido de Espingarda, por causa de sua mania de soltar “pum”. Nos seus tempos de juventude, não havia torneio de “pum” em que ele não fosse o vencedor. Prova documental do que estou falando são os inúmeros troféus, carinhosamente distribuídos sobre a estante da sala de visitas de sua casa.
            O tempo foi passando e os “puns” do Espingarda foram se arrefecendo. Hoje, já passada a fase dos se senta, está ele se tentando, se tenta uma melhor sobrevida possível. Para tal, atira pra tudo quanto é lado (a expressão é usada aqui em sentido figurado), buscando auxílio onde pode e onde imagina que pode.
            Para começar bem o dia, ingere em jejum um copo de suco de limão puro. Assim, acredita que estará imune para as desavenças que poderão vir pela frente, por mais azedas que sejam.
            Foi isso que confabulou a galinha Francisca para a sua sobrinha Deucileia. Disse mais:
            - Prepare-se, minha querida, agora que você entrou na fase de botação. Esse homem, seguindo orientações de seu guru nutricionista, quer comer uma dúzia de ovos por dia. Como somos seis galinhas aqui em seu galinheiro, e como cada galinha só dá conta de botar um ovo diário, não sei como ele vai se arranjar para atingir a dúzia.
            O que Waldomiro fez foi alimentar as galinhas com uma ração em dobro, com a esperança de que cada uma retribuísse com a postura de dois ovos. Mas o “tiro saiu pela culatra” (em sentido figurado, novamente): ao invés de botarem os dois ovos diários, as galinhas, Francisca e Deucileia inclusas, tornaram-se gordas e preguiçosas, pararam de botar.
Moral:
Vale para os ambiciosos: cedo ou tarde, acabam vítimas da própria ambição.
(*) Invento e/ou leitura/releitura de Fábulas Universais
Etelvaldo Vieira de Melo


AHÔ SOUN

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                        Ahô soun
                        ahô  non
                        gbo .
                        Brinca o luar,
                        `stamos em pleno mar . .
                        Pelas vagas sem fim
                        esta selvagem, livre poesia .
                        Lan honedo
                        guéli  nonho
                        amionssouhan,
                        crianças que a procela acalentara
                        relembram  Aboukir ...
                        Negras mulheres, suspendendo as tetas,
                        Tanto horror perante o mar
                        ?  !

           Ilha cheia de graça
            de pássaros   de luz
            onde o bicho não era um cão :
           era um homem .
            A multumesc  multumesc
            multumî  foarte  multu,
            profundamente .
            Fazendeiro do ar
            esti foarte dragut din
            partea ta îndorat,
            abriu-se a máquina do mundo
            e eis o tempo de partidos .
            Nu-ti  pot  multumi
            Îndeajuns,
            meu nome é tumulto,
            na cidade dos homens
            completos .
Graça Rios
           


                        

FÁBULA NEBULOSA: A NAU DOS INSENSATOS

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FÁBULA NEBULOSA 26: A NAU DOS INSENSATOS (*)

Aquela cidade, quando se sentiu ameaçada
Colocou guarda por toda murada
Para evitar surpresa e cuidar da defesa.

Quando algo é visto ao longe, o alarme dispara e anuncia:
O que será? Todos a postos! Alerta geral!
Falam os afoitos: - Trata-se de ameaçadora nau!
Quem sabe, uma poderosa esquadra de infantaria!

Em meio à discussão, o medo começa a se acalmar
Até que uma onda atira na praia o objeto fatal:
Uma velha canoa nas águas a boiar!

Moral:
Assim é tudo na vida, como uma fantasia, um sonho, uma ilusão
Assim é o perigo, a desgraça, o prazer, a felicidade, o amar:
De longe é uma coisa, de perto não é nada, não!

(*) Invento e/ou leitura/releitura de Fábulas Universais
Etelvaldo Vieira de Melo


VOUS NE ME LAISSEZ PAS CONTINUER

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No amargo intestino del siervo y su ventana
também me hei guardado em lo mas bajo :
give me back the letter ,
 tell me if I  snored ,
book beautiful book ,
 mínima floresta .
En tus antiguas páginas
há  pedra sobre  pedra .
So, drawn on by my destiny
só servirei para morrer
sous les grands cemitiéres
 sous la lune .
Graça Rios


POUCO

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Um pouco de tudo
De tudo um pouco
Um pouco de saudade
Da dor um pouco
Um pouco de angústia
- ainda bem que pouco -
Da lágrima um pouco.

Um pouco de vazio
Um pouco de tédio
Do medo quase muito
Poucas verdades
Muito poucas certezas
Quase muitas mentiras
             - quase. -
              
Um pouco de alegria
Um pouco de amor – oh, quão pouco!
Tantos sonhos que sobram poucos
Poucas fantasias para os sonhos desfeitos.
                                    
De esperança ainda pouco
Porque não tem como caber muito
Onde só cabe o pouco
Um pouco de tudo
De tudo um pouco
Pouco muito pouco
Quase nada.
Etelvaldo Vieira de Melo

LA OSCURA TRAMA HÚMEDA

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Palpitando em el lodo
Rimbaud como um herido  ( stone by stone )
Perto do Mississippi
Com o pretexto escrito: esta é a minha vida
Y si algo vi em mi vida fue uma cucaracha de ceniza
Ali permaneceu vivendo in that death e ar
October  fullness
And life was only a borrowing of bones
Entre las decisions sin cesar derribadas
Quem sou aquele ?
Righy, comrade, it is hour of flower or blood
Si, camarada, es hora del sol  y
Da  escritura alegre do que não sei ao certo .
Graça Rios





FÁBULA NEBULOSA: PRA QUEM SEGURA A ESCADA

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FÁBULA NEBULOSA 31: PRA QUEM SEGURA A ESCADA (*)
            
               Como bem diz o ditado, “a justiça de Deus tarda, mas não falha”.
            Foi o que sucedeu com aquele político que, tendo morrido (falecido, melhor dizendo, já que morrer é coisa de pobre), foi levado à presença de Deus para ser julgado. Evidentemente, tal fato também mostra que nem todo ditado é acertado, como aquele que diz: “aqui se faz, aqui se paga”. Esse ditado aí é conversa fiada, maneira de enganar os trouxas, pois o político em questão saiu ileso da vida terrena, só tendo que acertas contas na eternidade.
            Levado à presença do Altíssimo, Este o sentenciou ao Fogo Eterno, o Inferno. Quis recorrer da sentença o distinto, querendo saber se não havia uma instância superior, um STF ou similar, já que se julgava com direito a foro privilegiado. Nada disso demoveu o Pai Eterno, nem mesmo quando argumentou:
            - Meu nome não consta do Mensalão, do Petrolão, do Banestado, não fui delatado na Lava Jato e em nenhuma das CPIs instauradas durante minha vida pública. Estou sendo condenado simplesmente por ter sido político?
            - Não, meu filho – falou o Soberano. – Você está sendo condenado por ter sido conivente com todos aqueles escândalos. Entenda uma vez por todas: quem cala consente; ladrão não é só aquele que rouba, mas também aquele que segura a escada.
Moral:
Para quem é político: - E aí? Está roubando? Está calado? Está segurando a escada?
(*) Invento e/ou releitura das Fábulas Universais
Etelvaldo Vieira de Melo



TRIBUS PULCRAE

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, N´importe. La gentillesse des espagnoles danse ensemble  sur les indians  .
Traduction liberal : Uma vez concluída a sedução, as joias da coroa inglesa são legais em Kawakubo
Hélas ! Leurs  Seigneuries d´Espagne n ´ont  rien a craindre des analphabets
mediocres  encore des mots
Halloween  sauvage !
Version portuguesa : Quem sabe um de nós converte os indígenas ? O general Cortés  pegou Montezuma de jeito
usando o must do chicote, n´est  pas ?
Tout cela s´écrit en Blanc sur rouges
Traduction : Os  peles- vermelhas  ainda estão em Hollywood pedindo apoio para a Funai ETE ET
“ La Démocratie coulera à pleins bords et  les sauvages couleront avec “ etc  etc
À votre santé, pauvres exploités !
Tradução para o espanhol : Danem-se eles todos os índios !
Graça Rios




FÁBULA NEBULOSA: MÁ ÍNDOLE OU FALTA DE EDUCAÇÃO?

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FÁBULA NEBULOSA 35: MÁ ÍNDOLE OU FALTA DE EDUCAÇÃO? (*)

Foi o lobinho abandonado pela mãe desnaturada
Sendo criado por pastor com zelo e carinho
que o ensinava a roubar ovelha do vizinho
e o garoto se tornando mestre da empreitada.

Tendo aprendido muito bem a lição
Pôs-se o guri a roubar ovelha até do patrão.
Este, ao se dar conta do ocorrido,
Reclama: - Por que fizeste isso comigo?
Ao que responde o lobinho sem pestanejar:
- Mas por que me ensinaste a roubar?
Moral:
Esta fábula reflete a questão: o ser humano é mau por natureza, ou é a vida em sociedade que o corrompe? Mesmo considerando que a coisa não seja bem assim, com essa dicotomia entre bem e mal, cabe perguntar: o quanto carregamos de herança genética e o quanto aprendemos com os outros?
Em última instância, a fábula defende a ideia de que o predominante é a educação, a aprendizagem através de exemplos.
Assim, torna-se perigoso ficar transferindo para a população, o povo em geral, a responsabilidade que é daqueles que detêm o poder e daqueles que tiveram acesso á educação e que desfrutam de boa qualidade de vida. Ou seja: quanto mais alto na escala social, mais aumenta a responsabilidade do indivíduo.
A fábula quer dizer: não faz sentido ficar acusando o povo pelos pequenos deslizes que comete, justificando, assim, grandes faltas.
O povo precisa de educação, de bons exemplos das elites e das autoridades. Desse modo, é um péssimo exemplo um juiz – um que anda aí na parada de sucessos – dizer, por exemplo, que “as regras têm que ser aplicadas a todos; é dever de ofício”, enquanto faz “vistas grossas” para o fato dele mesmo receber um salário três vezes superior ao ao teto que é permitido por lei.
Etelvaldo Vieira de Melo

(*) Invento e/ou releitura de Fábulas Universais

S/T

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Bob Dylan e os demais nobéis incluindo a Academia Brasileira de Letras unidos contra o AVC

( Altas Variantes Culturais ) dão orientações para a ciência e teconologia mas não há cura quando há metástase na rotina das mulheres
recall da bichectomia q exige check-up parabeniza os EUA pelos  109 anos  de TRUMPicadas

Que venha as virge
Maria da Penha transpôs para o portunhol  a carta de Pero Vaz de Campaña sobre o achamento da terra da laranja lima ao clube dos anjos e oposittores Ático Polo e urangutangos da littera mundial as ordens de Antares entre os móbiles das stellas e Cruzeiro marítimo e mais mais mais ou menos mais e mais
                                                               Tradução  do estandarte de Arthur Bispo do Rosário

 Sobre os prêmios dos concursos literários
Na terceira reza ( muyraquitã no pescoço ) floriram-se as águas e a língua ensopada night and day ainda ressoa no corpo sob o umbral de PVC
Este autor Katholiek nijmegen recebeu o V troféu da musa e atriz fã do Neymar que grita
                               Comigo não, violão !
Graça Rios


VARIAÇÕES EM TORNO DE UMA FLOR E O OLHAR DO POETA

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Imagem: carlospaes.blogspot.com
            
         Quero crer que tudo na vida tem um propósito, mesmo aquilo que não é perceptível aos olhos ou à razão. E a falta de sentido pode ser, ela mesma, o sentido de uma coisa sem sentido.
            Se eu pudesse absorver as razões e intenções de tudo que existe, teria uma percepção bem aguçada da vida e estaria no patamar dos chamados eruditos. No entanto, estaria sendo um sábio, entendendo como sábio aquele que sabe tirar proveito da vida?
            Acredito que não. Veja você: o mundo natural, o das ciências e das relações humanas todos eles apresentam milhares, milhões de propósitos, de sentidos a serem desvendados. O erudito é capaz de dissertar sobre muitos, mas o sábio, quando solicitado a emitir sua opinião, pouco terá a dizer.
            Vivemos num mundo onde frequentemente somos cobrados. A toda hora, querem saber nosso posicionamento sobre questões de política, de religião, de tecnologia e de tantas coisas mais. Se eu quiser ter opinião a respeito de tudo, a minha ideia será pequena e fragmentada. Em resumo, como estou correndo atrás de tudo, acabo não sabendo de nada.
            Sábio não é bem aquele que nada sabe, sabendo disso. Sábio é aquele que enxerga a vida sob determinada perspectiva, não em busca de um conhecimento especializado, mas de um saber que seja sabor, que dá prazer, alegria, encantamento.
            Existem diferentes formas de sabedoria. Existe sábio que se encanta com a simplicidade, com as coisas simples, com as manifestações simples. Existe sábio que cuida da beleza; a beleza de uma paisagem, do sorriso de uma criança, de um olhar, de uma flor, do som de uma música ou de uma palavra, a beleza de um silêncio, de um pôr do sol.
            Cada sábio, à sua maneira, procurar pelo saber/sabor da vida. Como sábio, não é uma pessoa egoísta, está disponível, embora nem sempre seja possível compartilhar suas descobertas.
            A poesia é uma das formas de saber/sabor que permite certo compartilhamento. Aliás, a angústia do poeta é justamente essa busca do compartilhar, muitas vezes sem respostas. Além das limitações linguísticas, ele encontra falta de compreensão e de sensibilidade.
            Um exemplo dessa sabedoria do poeta pode ser encontrado na imagem de uma semente que brota e se transforma em flor. Ela está numa calçada, junto ao asfalto; fica ali se oferecendo para as pessoas que passam, quase todas apressadas e desatentas. Até o dia ou momento em que é percebida pelos olhos de um poeta. Do encontro, brotam estas palavras:
Uma flor se abriu:
Vida rasga a crescer do nada.
Vida sob pedra,
por um quinhão de eternidade.
            Outro poeta, ao ler tal encantamento, acrescenta:
No concreto a vida não se finda...
procura luz onde a sombra imperava.
Explode sol onde a semente ingênua se infiltrara.
            Finalmente, um terceiro, movido mais pela sensibilidade do que pela arte poética, chega a dizer:
A semente que se abre em flor
procura os olhos do poeta
para contar-lhe a beleza.
E o sol explode em alegria
na celebração da vida.

Etelvaldo Vieira de Melo

PLUS PECHÉS DE BEAUTÉ

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Imagem: marteeparaosfracos.blogspot.com (Vladimir Kush)

     Mais vale passar uma hora fazendo amor do que ir ao dermatologista aplicar botox
                        ( ou não é o contrário? )
....... Boca parecendo grude deixa o rosto encardido
///// Hétéroclite :  uma  “ it vela “ é mais mística que uma  “ it bag “
(        ) Toalete Fragonard no banheiro dos 24 quartos
 ======           P/ todos os dandys e snobs que passam pela Capital, www.mylittleparis.com,  hype for  Y O U
                        ,,,, O jeans escuro de corte reto é um must-have. Bainha virada, vip de Madame APC
???? Quem ainda acha que só se devem usar diamantes à noite ?  (Personal stylist )
Graça Rios



FÁBULA NEBULOSA 14: TUDO QUE SOBE DESCE

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FÁBULA NEBULOSA 14: TUDO QUE SOBE DESCE (*)

Tomado de orgulho e de vaidade, Didi era um gato que não cabia em si. Ele se achava. Quando olhava pro espelho – pelo menos três vezes ao dia – ficava todo arrepiado e dizia:
            - Como sou lindo! Eu me amo! Não há pela redondeza gato de pelo mais macio, de voz mais maravilhosa, de tamanha beleza.
Para se certificar do alcance de seu sucesso, foi visitar o Gato Vitalino, artesão que fazia em barro esculturas de famosos. Didi colocou óculos escuros, uma capa e um par de botas, para passar por anônimo. O mestre mostrou-lhe várias estátuas. Lá estavam Garfield, Tom e Frajola, todos reconhecidamente famosos. Mas Didi não viu a sua estatueta.
            - Por acaso tem a escultura de um gato angorá? – perguntou como a despistar.
            - Depois que “aquele” angorá lá de Brasília andou aprontando, ninguém quer saber dessa raça.
            - Não tem a do Gato Didi?
            - Ah, essa aí, nem bem é produzida, logo fica esgotada! A procura é tanta, que mal dou conta das encomendas.
Estufando o peito de orgulho, Didi se afastou.
E o tempo passou: 1, 2, 3, 4, 5 anos...
Didi ainda se olhava no espelho, às vezes incomodado por uma ou outra ruga, um ou outro pelo branco.
Certo dia, resolveu voltar à oficina de Mestre Vitalino. Desta vez, havia várias estátuas suas. Perguntou o preço do Gato Felix:
            - Cinco latas de sardinha!
            - E a Anabelle?
            - Sete latas!
            - E quanto é desta ali? – perguntou, apontando para a sua.
            Ao que o Mestre respondeu:
            - Levando as outras, desta eu lhe darei duas de brinde!
Moral: Se você é de levantar voo com o sucesso, não se esqueça de levar consigo um paraquedas!
(*) Invento e/ou leitura/releitura de Fábulas, Esopo.
Etelvaldo Vieira de Melo